'Show Must Go On' 1

‘Show Must Go On’

Todas as lembranças têm uma música de fundo. Amores e desamores, festas e momentos lamentosos, que voltam à memória, acompanhados de uma melodia que nos devolve aquele instante com somente ouvi-la. Não importa que sejam grandes músicas ou estribilhos simplones, a nostalgia nos empurra a ouvir outra vez as bandas que se lembraram na primeira vez. Mas isso nem sempre é possível, os grupos se dividem, as estrelas do rock morrem adolescentes, e o passado fica órfão aquelas melodias. Ou não. Existe a promessa de retornar a ouvir as mesmas músicas com diferentes vozes.

Embora com novas faces, e em outra data, as bandas tributo trazem de volta aos palcos temas que conseguem levar anos mudos, porém não esquecidos. Com nomes como The Other Side (Pink Floid), Descanso Dominical (Mecânico), The Amy’s Soul (Amy Winehouse) ou os Gansos Rosas (Guns’N’Roses), nos transportam pros cenários, as músicas dos grupos originais e, com elas, suas lembranças. “O público que freqüenta os shows com o desejo de recriar uma divisão de sua existência”, explica Jorge Prieto, da produtora Polymer, “a partir dos trinta anos decaiu o interesse por pesquisar mais música. A única coisa que se pode fazer é retornar atrás”.

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As bandas tributo recuperam a memória de grupos desaparecidos que fizeram parte de sua existência, ou formações em vigor que só é possível olhar ao vivo uma vez por cinco anos, e a em torno de preços algumas vezes proibitivos. Pelo oposto, as acções que apresenta regularmente Polymer na sala Luz de Gás de cerca de 12 euros. Esta oferta atrai um público que está em quarentena, “pessoas com filhos e responsabilidades que ainda se sentem adolescentes”, explica Jorge, “que querem prosseguir indo a concertos, manter o ritmo que tinham antes”. O tributo “é pra gente órfã de música”, explica Raquel Bassas, “expulsa de tuas casas a pessoas que de forma diferente não iriam a um concerto”.

Raquel está à frente da veterana promotora Beba33, dedicada ao mundo do tributo, desde o teu início, na década de noventa com bandas como Abbey Road ou Smoking Stones. Atualmente, conta com uma vintena de formações e trabalham em toda a Espanha, em tal grau nas salas como nas apresentações públicas, festas privadas ou convenções. “A expansão desses tributos tem sido progressiva” por hora atual, no momento em que “há bandas que conseguem fazer cinquenta shows por ano”. É o caso dos Please, quarteto, que desde há mais de duas décadas, leva a cabo a tua peculiar homenagem aos irlandeses U2. Sua entrada no universo do tributo veio de uma banda de versões: “Quando estávamos tocando uma música do U2, viste que soava melhor, tinha um link”.

Ouvir em TV3 uma atuação de Smoking Stones, veterana banda de tributo aos Rolling Stones, lhes decidiu conceder o passo, que em seus inícios, não foi por ausência de dificuldades. “Luchabas contras os promotores, que não entendiam o teu produto”. A maioria dos músicos que formam essas bandas são profissionais com anos de experiência.

“Se dão casos de músicos que tocam em até dez faixas simultaneamente”, destaca Jorge Prieto. Isso não ou seja que cada um serve pra entrar pela pele de Angus Young, ou entoar as melodias de Heróis do Silêncio. “Você precisa possuir uma perícia especial”, admite Miki, “se a tua voz não se parece nem em 75%, o homenageado, não tem significado”.

Esta obrigação, óbvia no caso da voz, também é aplicável ao resto da formação. Mas a música não é suficiente para imbuir ao público o espírito das bandas originais. Um tributo não é uma cópia como os habituais clones de Elvis. Isso tem muito claro Momo, o alter ego de madrid de Freddie Mercury, vocalista de sua própria banda de tributo aos Queen. Momo atuou entre 2003 e 2006, o musical ” We will rock you, um papel pro qual foi selecionado entre centenas de candidatos por Brian May e Roger Taylor.

“nós Tentamos bater em retirada dos disfarces -explica-, conquistar a essência musical do Queen, e manter a nossa própria personalidade”. Precisamente esta particularidade foi a que se destacaram May e Taylor. “Tratamento de não imitar, por causa de no palco, você deve ser você mesmo”, explica Momo, que, como tantos outros músicos, compartilha suas ações à frente da banda de tributo com a publicação e as turnês de seus próprios álbuns.