"Os Diplomatas Fazer Muitas Asneiras, Mas Há Mais Escritores Neuróticos" 1

“Os Diplomatas Fazer Muitas Asneiras, Mas Há Mais Escritores Neuróticos”

O fascínio de Jorge Edwards (Santigo do Chile, 1931) pela figura de Michel de Montaigne, com o que se sente muito identificado, nasce de tuas leituras de Unamuno, Baroja, literatura socialista e, acima de tudo, Azorín. —Não lhe faltava causa. Às vezes, somos menos bobos, mas de repente recaemos na bobeira.

—E esta incerteza económica e de valores não poderá ser convertido para a Europa o continente mais “bobo” do século XXI? —Espero que não, no entanto poderia ser. —Dizia Cervantes que digitar em Portugal era “lacrimejar”. E Larra disse o mesmo no século XIX. E de imediato, no século XXI, que é publicar?

—Olhe, se eu tivesse sabido o que era a profissão de escritor, não entendo se me meto a isso. O mais bacana teria sido um escritor clandestino, publicando pequenas coisas para os amigos e para a família. Porque esse serviço é muito pesado e a menos que você seja García Márquez ou Isabel Allende, é uma profissão assim como é muito mal paga.

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—o que acha que o “velho” tinha razão? —Sim, finalmente a tinha. Agora eu acredito que não estava tão falso. —Mas você obteve o Prêmio Cervantes, o Nobel de Literatura em idioma português. É com esse prêmio não a tirou a dele, e a deu a você? —Quando me deram o Cervantes, meu pai e minha mãe não estavam vivos e não chegaram a ver de perto, contudo sim, quem sabe, o prêmio mudou ao meu redor essa visão do escritor como o inútil da família. Ninguém na minha casa, e acreditava que eu fosse para ser escritor maior. Eu tinha um tio escritor, primo-irmão de meu pai, que é um escritor clássico chileno, José Edwards Bello, que foi prémio Nacional mesmo. Porque só enviando frases.

—Sim, fui diplomata de carreira, durante um curto tempo de tempo, que acababou quando o golpe de Pinochet. E já recebi a honra de ser nomeado embaixador em Paris, o novo presidente do meu estado, Sebastián Piñera, de cujo pai eu era colega.

—Pensei que a coalizão de centro-esquerda, estava muito cansada, fazendo e repetindo erros, e decidi votar na centro-direita. E depois chamou-me o assim sendo candidato para me convidar a mim e a Vargas Llosa a um ato no Chile e lá me propôs esse posto de embaixador em Paris. Eu não sei quanto eu irei durar, visto que é um serviço muito pesado, contudo Paris é a tentação eterna. —Isso assim como pensava eu no momento em que entrei pro diplomata, que não faziam muitas coisas, e que este trabalho me daria tempo pra publicar.

Mas fazemos diversas bobagens, que nós carecemos fazer. Estou muitos dias em aeroportos, eu conheço de cor as salas vips. Você perde muito tempo, contudo assim como é alguma coisa pra escrever. —Para Montaigne um polaco é o mesmo que um francês.

Agora, em França, vai primeiro nas pesquisas a filha de Le Pen, com um partido xenófobo. Será deste modo tão insuficiente temos avançado em quatro séculos e meio? —Seria preocupante que ganhou a primeira volta das presidenciais, uma ocorrência extrema, contudo espero que isso não aconteça, contudo não poderei opinar muito, sendo embaixador. Sim, eu posso manifestar que, pela França, há a inevitabilidade de um Montaigne. —Ele lhe parecia uma “aberração” qualquer guerra de religião, e de imediato temos diversas no mundo.

—Sim, há imensas avenida integrismo islâmico. Montaigne, recomendou que cada crença religiosa serão aplicados de forma moderada. Esse conselho tem uma grande vigor hoje. —Você aplicaria a Líbia? —Claro, todavia não posso discursar mais. —O que é o que menos gosta da literatura atual? —A literatura de antes era mais saudável. Agora se escreve pensando no prêmio literário, com pressa, sem stress.Há muita neurose e aptidão e tipos que sofrem muito neste universo e se desesperam, se outro puxa um prêmio.