"Onde Eu Disse Digo, Digo Acordo De Investidura" 1

“Onde Eu Disse Digo, Digo Acordo De Investidura”

Pedro Sánchez, em dezembro de 2015: Rivera você terá em vinte anos menos, entretanto é a mesma direita que o PP. As frases são as leva o vento, no momento em que se trata de procurar acordos pra formar governo. Pedro Sánchez ganhou o apoio da força liderada por Albert Rivera no que esta terça-feira, qualificou como “contrato de legislatura” face ao debate de investidura do próximo dia 1 de março. Os dirigentes de ambos os partidos assinaram nesta quarta-feira, publicamente, o pacto depois de muitas semanas de reuniões, no entanto assim como depois de ter segurado previamente que não iam sentar-se a negociar juntos. Sánchez e Rivera parecem ter esquecido declarações anteriores que mostravam tua relutância em apoiar uns aos outros.

Maldita Hemeroteca foi publicado nas mídias sociais, 2 vídeos que esclarecem a negativa de ambos os líderes nem sentar-se a negociar. Pedro Sánchez dedicou ao líder Local ao longo da última campanha eleitoral. O número dois do PSOE, César Luena, bem como chegou a qualificar de “machista” a potência laranja que imediatamente se mostra como o principal suporte para um possível governo presidido pelo candidato socialista. O mesmo ocorre no C’s.

  • 28 Por todos, Soto K, E. Direito Administrativo. Bases fundamentais, ob. cit., pp. 292 e ss
  • dois Tv Digital (DVB-t)
  • dez Desfeita a edição em “Android”
  • seis Ítalo-argentinos na religião

Albert Rivera, durante a visita que realizou ao programa de televisão ‘O Formigueiro’, no passado mês de novembro chegou a rejeitar até três vezes o seu suporte a um governo presidido por Pedro Sánchez”. Também deixou bem claro no debate a 4 da Antena 3, no qual participou ao lado Sánchez, Pablo Iglesias e Soraya Sáenz de Santamaría, lembrando que não iria se posicionar em prol do PP ou do PSOE.

Muitos deles provocaram manifestações massivas. Os socialistas venceram por quatro décimos das eleições municipais de 2003, realizadas em vinte e cinco de maio. Durante vasto cota da Legislatura 2000-2004, as pesquisas deram a vitória ao Partido Popular (mas entre o conclusão de 2002 e meados de 2003, quando o PSOE se impôs ao PP nas pesquisas). Uma semana antes dos atentados do 11-M as sondagens davam ao PP uma ligeira vantagem nas eleições, embora se dava por insuficiente viável que repetisse sua maioria absoluta de 2000, onde foi 183 lugares. Ao longo da campanha eleitoral, o partido socialista tinha ido em especial, conter a distância com o PP, de acordo com as sondagens que foram efetuados.

Mesmo deste jeito, as sondagens davam uma maioria pro PP, sem obter a maioria absoluta do ano 2000, contudo com uma maioria entre quinze e vinte assentos. No dia onze de março, três dias antes das eleições, aconteceu o maior atentado terrorista da história de Portugal.

Como decorrência, os partidos políticos, suspendeu os actos eleitorais. A sombra dos atentados esteve presente e, quem sabe, também foi um fator relevante para que cada partido obtivesse os votos dos previamente indecisos ou abstencionistas. Alguns especialistas nessa área concluem que sem os atentados do 11-M o PP teria ganho as eleições com maioria, o que lhe davam as pesquisas, uma semana antes das eleições.

Partido Popular : Juntos vamos mais. Praticamente o mesmo lema de campanha do que o que usou pras eleições gerais de dois mil (Vamos mais). É o partido que mais investiu oficialmente pela campanha, com 11,quarenta e dois milhões de euros.