México, Terra De 'start-ups' 1

México, Terra De ‘start-ups’

Nada mais entrar pela sala, um espaço claro, com muita luz que se infiltra a partir de amplas janelas que vão do chão ao teto, deparamo-nos com 2 adolescentes disparándose setas ventosas com armas de brinquedo. Um pouco mais além, outro par jogue ping pong, muito mal por sinal. Numa televisão gigantesca estão conectadas todas as consolas de jogos do mercado. O sentimento é que estamos é uma aula de matemática em que o professor saiu pra fazer um slim, porém a realidade é que é o espaço com mais talento por metro quadrado do México.

Ooyala, uma startup —empresa com insuficiente capital, contudo de vasto impacto— fundada por 2 irmãos mexicanos e um sócio norte-americano, se tornou um enorme centro que resume o momento de os empresários de um estado. Uma criação de jovens entusiastas que sonhava em entrar na selva para fazer a revolução foi dado o passo para outra empenhado em seguir o modelo de Steve Jobs ou Mark Zuckerberg.

No país há mais de 520 incubadoras de corporações, instituições construídas para acelerar o crescimento dos negócios. Carlos Quirarte, diretor de operações da Ooyala em escritórios de Guadalajara, cidade considerada o Silicon Valley mexicano por sua extenso quantidade de corporações inovadoras, é um homem esguio, que passeia por entre as mesas, com ar despreocupado. “Este estado está abundante em boas ideias e está a toda a hora abundante em gente muito talentosa”, explica para tentar descobrir o germe dessa febre empreendedora.

De Tijuana a Chiapas se contam casos de adolescentes trabalhando dia e noite em construir e inovar por intermédio do nada, algumas vezes com suas ideias e um micro computador como único capital de trabalho. Este ano houve representantes mexicanos na conclusão de San Francisco e Nova York de The Battle of the Tribes, uma briga que reúne empreendedores de todo o mundo.

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Os mexicanos foram os segundos que mais atraíram investidores, somente atrás dos norte-americanos, e conseguiram mais menções do que ninguém em posts de imprensa e mídias sociais. “Há compatriotas que estão na vanguarda em termos de inovação”, resume Orvalho Paniagua.

Está convencida de que, em cinco ou 6 anos, no México, irão atravessar “coisas grandes”, principalmente por um porquê. “O grau técnico e de negócios que há é fantástico”, aprofunda. Guimarães considera que os empreendedores têm que ponderar extenso e ser originais.