Meio Humano, Meio Máquina 1

Meio Humano, Meio Máquina

Os que conhecem a Neil Harbisson sabem que não compreende a existência de outra forma que não seja cibernéticamente. Não leva tecnologia acima, é tecnologia e não só em razão de ele o fale, as autoridades britânicas desta maneira o aceitaram: é o primeiro cíborg conhecido por um governo.

O cíborg nasce da união de cibernética e organismo, determinado na Real Academia Espanhola, como “um ser formado por matéria viva e dispositivos eletrônicos”. Este artista de pai britânico e mãe catalã leva um chip instalado na nuca -inserido no osso occipital – ligado a uma antena que chega ao olho, onde tem um sensor de luz.

Harbisson nasceu com acromatopsia, vê a realidade apenas em branco e preto, e desde que não podia reconhecer o que a gente chamava de cores além de uma gama de cinzentos, decidiu usar a tecnologia para ouvi-los. Daí nasce a antena, o eyeborg .

“O sensor de frente de meu olho capta as frequências de cores, as manda para o chip e ele as transforma em frequências de som”, explica. E como o som poderá ser transmitido por rua aérea e por via óssea, é o osso do crânio que faz aparecer ao cérebro.

“A antena é como uma terceira orelha, uma orelha óssea”, especifica. Para discernir as cores, os reconhece por seus microtons: o azul é um jo, como o Que acontece quando um homem se funde com um computador? Esta foi a pergunta que se propôs Kevin Warwick, professor de Cibernética da Universidade de Reading (Reino Unido). Assim começou seu projeto Cyborg no que se submeteu a uma operação pra implantar um chip sob a pele de teu braço, com o que podia controlar remotamente portas, luzes ou aquecedores.

Em 2002, começou a segunda fase do projeto, dessa vez o chip estava no teu sistema nervoso, ligado a um computador, para enviar sinais neurais. Conexão com o cérebro, O intuito de cíborg é que ocorra a comunicação entre o cérebro e o implante, que tenha resposta.

Desta forma, Neil Harbisson esclarece: “Se a minha antena estivesse apenas gravando, não será capaz de enviar informação pra minha cabeça, e seria somente um ingrediente-mail, não cibernético. Digamos que, com a cibernética há comunicação entre o cérebro e a tecnologia, e entre organismo e tecnologia”.

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O caso, por exemplo, de alguém que leva uma prótese estática em uma perna ou um pacemaker não será considerada cíborg. Existe a engenharia biônica, obediência que mistura sistemas biológicos e eletrônicos, porém que cria próteses ativadas pelos nervos, portanto bem como é investigado a partir da cibernética, pra achar como aperfeiçoar a intercomunicação entre a eletrônica e o cérebro. Trata-Se de controlar a tecnologia com a mente. Essa é a experiência de Andrew Garthwaite, um soldado britânico que perdeu um braço pela competição do Afeganistão, e já tem um braço biônico que controla com o cérebro. Se submeteu a uma operação em que lhe redirigieron os nervos em direção a teu peito, pra desse jeito controlar completamente a tua nova ponta: pode mover os dedos, segurar materiais e fazer força.

Dianne Ashworth, que teve uma significativo perda de visão por uma doença, conseguiu recuperá-la parcialmente investigando flashes, contornos de luz e objetos escuros graças a um olho biônico criado na Bionic Vision Australia. O aparelho foi posto no espaço coroideo, ao lado da retina, e equipado com 24 eletrodos que se estendiam até um receptor encostado na orelha.