Investidura Pedro Sánchez: O PP Ressuscita A Grande Coligação Para Recuperar Protagonismo 1

Investidura Pedro Sánchez: O PP Ressuscita A Grande Coligação Para Recuperar Protagonismo

Depois de perder a primeira votação de investidura, O PP tenta recuperar o protagonismo perdido a renovar a sua aposta por uma amplo coalizão com o partido socialista. Apenas muitas horas após que Pedro Sánchezfracasara pela primeira votação pra ser eleito presidente do Governo, os conhecidos foram postas em marcha pra retornar a ter a iniciativa.

Seu propósito é tentar trazer o PSOE, afirmando que C’s, não lhes é indispensável. O porta-voz popular no Congresso, Rafael Hernando, foi explicado com exatidão: “Ou nos entendemos entre o PSOE e PP, ou não há acordo”. Mais especificamente indicou o porta-voz parlamentar, que considerou que a desejo de teu partido, é a de “agregar-se com o PSOE quanto antes”. A fórmula mais adequada necessita ser acordado em discussões entre os dois partidos, tendo assim como em conta a “algumas formações”, como é o caso de Cidadãos. Hernando-solicita ao líder socialista a abandonar a sua atuação de “bloqueio” e sentar-se “dialogar”, entretanto tendo em conta que o PP “não vai fazer teatro ou auxiliar para a mais sainetes”.

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Em sua avaliação, a bola está no telhado de Sánchez. É ele, argumenta, que “necessita diferenciar que perdeu as eleições e que o que corresponde é sentar e conversar com quem as ganhou”. O porta-voz popular tem feito e também enfatizar a incerteza daqueles que crêem, em alusão ao líder de C’s, o que é possível fazer um apelo à abstenção do PP, o Executivo, presidido pelo socialista.

, E citou como modelo as mesmas discussões da época de Sapateiro: aborto, memória histórica e laicidade. De forma coral, diferentes porta-vozes do PP manifestaram-se hoje na mesma linha. Mas, apesar da convicção de que, se não Podemos variar de atitude e apoia Sánchez, a única saída são recentes eleições, o PP escenificará que abre um novo tempo de negociação.

A começar por segunda-feira, o jogo dilucidará como enfrenta as próximas semanas. Ontem ditadura completa, sempre que a “serenidade mariana” e que não querem “merendarse jantar”, para impossibilitar a concretização de possíveis encontros. Mas Rajoy tem o sábado um feito de jogo em Salamanca no poderiam oferecer as primeiras pistas. O presidente tem agora uma segunda oportunidade para expor a sua vontade de acordo, depois do fracasso da primeira representação.

Estão pendentes de solucionar como fazê-lo, todavia reconhecem o novo papel que pode ter o Rei. O que você vai fazer agora? O desafio, permitidos animais, é como gerir os dois meses que restam pra convocação de eleições. A sessão parlamentar de ontem constatou a ruptura entre PP e Cidadãos.

Essa transformação, a respeito as horas seguintes a 20-D, afetará o desenvolvimento da nova negociação. No PP reconhecem que Rajoy não podes dirigir-se ao Rei e irradiar que conta com seus votos. Rivera deixou claro ontem que o presidente em funções “não é crível pra liderar esta nova época política”, por causa de “pra dizer que a Espanha tenha que ser reformada”.

Local legitimou hoje essa mensagem. Apesar de tua contundência o PP não se oferece por aludido e desdenha a opção de que Rajoy se separado. Sigo defendeu hoje que “é um erro Rivera se acredita que ele vai optar o que deve fazer o PP. Somos nós que decidimos quem é o nosso candidato, que é denominado como Mariano Rajoy”.

o jogo reconhecem que perderam o líder de Cidadãos, porém enfatizam que não há que permanecer obcecado. Assumem a distância com Rivera e se colocam nas críticas: em conversas privadas, os conhecidos rebautizaron ontem à criação de laranja como Cidadãos Socialistas e deram a Rivera o cargo outra vez porta-voz do PSOE. Foi mais difícil do que Pedro Sánchez, apontavam. Mantêm-se mesmo que há deputados laranjas que “não compreenderam sua posição”. E é que a sintonia de Rivera com o PSOE abriu uma nova etapa pela conexão do PP com os Cidadãos. Agora, após muitas indecisões, clarifica. Gênova a todo o momento pensou que os votos de Cidadãos eram seus, que lhes pertenciam.

Na campanha eleitoral, davam claro que ocuparam seus lugares e os de Rivera alcançariam a maioria absoluta. Depois do 20-D não tiveram perguntas de que respaldarían a Rajoy. Nem lhes passou na cabeça que Rivera acabaria apoiando Sánchez. Mas o fez, e a partir do PP é se movimentava em sublinhar ontem que “o teu voto positivo não serviu pra nada” e que ele bem como “sai derrotado da votação”. Seu propósito, apesar das ofertas de diálogo, é atacar a Rivera, especialmente com a visão posta na próxima campanha.