A Inteligência Artificial Chega Aos Recursos Humanos 1

A Inteligência Artificial Chega Aos Recursos Humanos

A inteligência artificial avançada e, imediatamente, chegou até o setor de recursos humanos. A multinacional Unilever foi uma das pioneiras pela implantação e transferir essa execução em seus processos de seleção. E se neste momento o tinha feito no resto do universo, por esse mês de março chegou a tua colocação em Portugal. Com este aparelho, a organização pretende reconhecer as capacidades cognitivas, de ajustamento de conduta e de inovação dos candidatos. Exemplo disso seria o grau de frustração com o que enfrentam a resolução de problemas, a tua perícia analítica ou tua metodologia de raciocínio e aprendizagem. Em mais de uma dezena de provas concentram a fase de gamificação.

a partir de diferentes jogos, analisam o posicionamento das pessoas, identificam seus padrões e sua prática pela tomada de decisões. “A análise de padrões de modo sinaliza que tipo de pessoas são”, decide Menal. Um dos jogos, tais como, consiste em explodir balões, atendendo a determinadas características como a cor. “Dependendo como a pessoa evolua pegue um perfil de conduta, objetivo, e assegura que tais padrões são testados por um parceiro que construíram a metodologia e têm extrapolado as diretrizes que permitem definir a cada ser.

Entre os jogos, tanto há partes de memória, como uma tela em que o candidato precisa encher um balão honrado, até antes de estourá-los, e um outro jogo com cartas de pocker. A segunda fase de entrevista digital é resolvido em consequência a algoritmos de inteligência artificial, que permitem distinguir gestos específicos da linguagem não verbal do candidato. Além disso, executa uma observação semântico atendendo a instituídas palavras-chave em um tema em que se coloca solucionar estabelecidas circunstâncias.

Frente às possíveis relutância da profundidade dos algoritmos de análise, Menal sinaliza que a ferramenta não exerce nenhum viés cultural, nem ao menos o idioma, pois que é testada em países diferentes. “Além disso, os que excederem o processo têm a oportunidade de uma entrevista pessoal posterior”, diz. Com tudo, indica que assim como elimina os vieses que as próprias pessoas possam pôr numa entrevista. A multinacional decidiu inovar em seus processos de seleção com o objetivo de averiguar-lhe robustez a sua análise: “dirige-se bem como a um novo perfil: o dos nativos digitais”, justifica a diretora de recursos humanos. E é que a iniciativa se enquadra no Unilever Future Leader’s Programme (UFLP), o programa de recém-formados da Unilever.

Este programa tem uma duração de 3 anos e permite aos selecionados, entre milhares de membros, alternativa um departamento da Unilever, pra começar lá a sua carreira profissional. A convocação, efetivamente, está aberta à exposição de candidaturas até ao próximo dia dez de abril, e o intuito é contratar até 800 jovens em o mundo todo. Os resultados por o momento, têm sido muito positivos, de acordo com a diretora de recursos humanos, e indica que foram identificados perfis muito sólidos e robustos: “pesquisamos pessoas recém-graduados e a experiência não é crítica. Queremos identificar o potencial dos que serão os futuros líderes de nossa organização.”

Outra novela interessante deste tempo é Dune (1965), de Frank Herbert. Os anos compreendidos entre 1965 e 1972 são o período de superior experimentação literária da história do gênero. No Reino Unido, poderá-se juntar com a chegada de Michael Moorcock para o endereço da revista New Worlds. Moorcock, deste jeito um jovem de vinte e quatro anos, deu espaço às recentes técnicas exemplificadas na literatura de William Burroughs e J. G. Nos EUA, os ecos de mudanças no panorama britânico tiveram o seu reflexo. Autores como Samuel Ray Delany, Judith Merrill, Fritz Leiber, Roger Zelazny, Philip K. Dick, Ursula K. LeGuin, Philip José Farmer e Robert Silverberg, representam a essência das algumas vias nesse género literário.

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Na década de 1980, os computadores ainda mais ubicuas e o aparecimento das primeiras redes informáticas globais subiram a imaginação de jovens autores, convencidos de que tais prodígios produzir profundas mudanças pela sociedade. Este germe cristalizou-se principalmente a partir do chamado movimento ciberpunk, um termo que se encontravam uma visão pessimista e desencantada de um futuro dominado pela tecnologia e o capitalismo selvagem com um ideário “punk” rebelde e subversivo, freqüentemente anarquista. Uma nova criação de escritores surgiu perante essa etiqueta, liderados por William Gibson, Bruce Sterling e Neal Stephenson.

no início da década de 1990, ocorreu uma modificação significativa na literatura de ficção científica. Autores antes plenamente ciberpunk ou que nunca haviam pertencido a essa corrente, começaram a ignorar explicitamente os clichês deste gênero, e de passagem, a considerar a tecnologia com uma visão mais positiva. É perceptível que isto acontecia quase ao mesmo tempo em que se dava a rápida introdução dos pcs e da Internet pela existência cotidiana. Segundo os autores começaram de fato a utilizar pcs e a rede global, tuas opiniões e obras começaram a alterar e a desprezar a rebeldia e exaltação da marginalidade do ciberpunk. Nas novelas postciberpunk, é muito mais comum do que os protagonistas sejam membros interessantes de suas comunidades: cientistas, militares, policiais e até mesmo políticos.