"A Duquesa De Alba De Preto", De Goya, Recupera Seu Esplendor Perdido 1

“A Duquesa De Alba De Preto”, De Goya, Recupera Seu Esplendor Perdido

A oficina de restauração é o ambiente sagrado do Prado. Por lá vão desfilando as obras-primas para a afinação. Nestes momentos coincidem dois Goyas, frente a frente, a poucos metros: “Carlos III, caçador”, do Prado, e “A duquesa de Alba, de preto”, da Hispanic Society of America.

Aos seus trezentos anos, o monarca não tira o olho da aristocrata. O retrato da duquesa de Alba é um dos quadros que a faculdade nova-iorquina mandou ao Prado pra tua restauração. Almudena Sánchez iniciou a limpeza da caixa, neste instante quase concluída. Acompanhada por Henrique Quintana, coordenador-chefe de restauração e documentação técnica do Prado, faz uma parada em seu serviço, pra nos sobressair os avanços. Luce bata negra. Explica-Nos que “o branco reflete muito na pintura”. Também não beneficiou em nada a obra, adverte Almudena Sánchez, um reentelado com cera, que é irreversível e traz muito peso e rigidez do quadro. Se ama em sua traseira.

Mesmo a carcaça está impregnado de cera. “O ótimo é deixá-lo então, não tocá-lo. Está estável. Felizmente, a superfície pictórica está em parabéns estado, conserva todas as veladuras”. E isso que o tecido teve uma vida muito agitada. Almudena Sánchez chama a atenção para a parcela superior da tela: uma linha horizonal atravessa toda a área.

“Em determinado momento os proprietários, o dobraram, talvez pra adaptá-lo a um acordado espaço. Na radiografia vê-se perfeitamente nesta linha, que provocou muitas perdas de pintura”. Embora a maioria, muito pequenas, se concentram nas bordas. Aprecia-Se também com a nitidez de uma linha vertical que divide o quadro em 2.

“Corresponde à costura de união dos 2 panos de tela original, que a todo o momento produz um mínimo de relevo na superfície. Ao reentelarlo, escolheram apagar a costura pra apagar este anão abaulamento e ferir-se”. Falta ainda por diminuir o resto de repintes e fazer a reintegração cromática de danos “para recuperar a visão homogênea da obra, que é interrompida.

realiza-Se com uns pigmentos especiais, muito estáveis e reversíveis. Com um pincel muito fino toca só o prejuízo da perda de pintura. Nunca esse pincel toca a pintura original. Finalmente, se barnizará a obra com um verniz de resina natural, que assim como é reversível”.

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O fundo da tela, se havia tornado amarelo esverdeado. Recuperou seu tom esbranquiçado original. Depois da limpeza, são apreciados os recursos técnicos empregados por Goya, antes velados perante o verniz: “Uma técnica maravilhosa, muito livre, com o que, por intermédio de uns brochazos, chega-se à abstração. É de uma modernidade impressionante.

Como mostrando por meio da seda da jaqueta amarela debaixo do laço de mantilha, como impacta a iluminação sobre a malha dourada da manga”. Manuela Mena, especialista do Prado em Goya, adverte um estudo do caixa que, nesta data, “transforma-se radicalmente seu estilo, caminhando pra uma potência expressiva com traços enérgicos, empastados, precisas e cortantes”. O estudo técnico não foram encontradas alterações pela composição.